O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) não gostou da proposta do relator do Orçamento de 2021, senador Márcio Bittar (MDB-AP), que prevê o fim da aplicação de recursos mínimos em educação e saúde. A Proposta de Emenda à Constituição reativa o auxílio emergencial, mas retira a obrigatoriedade dos percentuais que devem ser aplicados pela União, estados e municípios em educação.
O Distrito Federal e os estados precisam destinar 25% das receitas com impostos para a educação. Para a União, o piso é de 18% , que deve ser atualizado pela inflação. Caso a desvinculação seja aprovada pelo Congresso, a decisão dos valores que serão destinados à educação e à saúde ficará a cargo dos parlamentares federais, estaduais e municipais que terão de avaliar, a cada ano, qual será a fatia de recursos para os dois setores.
PARTICIPAÇÃO DO LEITOR
Participe desta discussão
Compartilhe sua opinião sobre este assunto. As participações passam por análise editorial antes de qualquer utilização no site.






















