Os internautas não tem poupado o governador Ibaneis Rocha (MDB) desde a sexta-feira (26), quando anunciou primeiro um toque de recolher e depois um lockdown. Três decretos sucessivos foram publicados com conteúdo similar, mas na última edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal de hoje (27), já aparecem as flexibilizações. Elas surgiram depois da reunião do secretariado que aconteceu neste sábado, no Palácio do Buriti sob o comando do governador.
“Qual o problema desse homem? O governador tá on, mas tem algum psicólogo on pra diagnosticar?”, analisa Astronauta de mármore. E Thiago completa: “Governo perdido! Já mudou de posição umas três vezes em menos de 24 horas. Para Hélio Pereira, “Falta de organização e planejamento. Sobra improviso e confusão”.
“Alguém poderia perguntar para o governador qual a lógica de fechar mais de 200 leitos de UTI no meio da pandemia? Se não tivesse fechado a ocupação atual estaria em 30%, então fica a questão, estão fabricando o caos?’, observou o twiteiro que se identifica como Si vis pacem, para bellum
“Logo vai flexibilizar os bares por entender que afetam mais a economia que a saúde pública. É um desgoverno total!”, escreve o jornalista Patrick. “Já que o governador fechou parques e permitiu igrejas, então sugiro fazermos parques dentro das igrejas. Quem proíbe parques e permite igrejas é bur-ro ou mau-caráter??”, disse Gabriel.
”Em menos de 24 horas antes mesmo de entrar em vigor, passamos de “toque de recolher” para “medidas restritivas”, “lockdown noturno”, “lockdown total”, “lockdown flexibilizado” e agora com a liberação de mais atividades, voltamos para “medidas restritivas“. Que bagunça, GDF”, dispara o âncora do noticiário matinal da CBN Brasília, Brunno Melo.
Lauro de Paula é direto: ‘Mais vacinas… isso sim. Tô Lockopratomaomeu”. Edmilson Barbosa pede desculpas às palavras, “mas parece Pau Mandado do Presidente, não tem autonomia literalmente para tomar conta do seu “ Quadrado” !!!”
Ibaneis também fez comentários no Twitter para se defender das críticas. “Muitos me perguntam pq cultos e missas são permitidos. É que aqui no DF foi aprovada uma Lei, que está sendo questionada no TJDFT, que define Igrejas como serviços essenciais e sou obrigado a cumprir. Mas sei que eles têm seguido as normas de segurança, isso me tranquiliza”.





















