Taxa de isolamento não se altera e funerários adotam plano de emergência

Abraço no cemitério Covid-19
Milhares de pessoas ficaram sem seus parentes na pandemia que poderia ser menor/Arquivo/DW
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A taxa de isolamento no Distrito Federal não tem se alterado nas duas últimas semanas, com pequenas oscilações, mas se mantendo abaixo de 40%. O isolamento social é importante para que a taxa de transmissão diminua e fique abaixo de 1%. Na média, este índice é de 1,12%.

De acordo com o último boletim da Instituto Inloco, na terça-feira (16), o índice de isolamento ficou em 36,3%, muito abaixo do ideal. Para os especialistas, o bom seria acima de 70%. Sem esse isolamento, a transmissão da Covid-19 é muito maior e em consequência, o número de doentes internados é bem maior. Hoje há apenas um leito na UTI para adulto disponível na rede pública de saúde, de acordo com a Secretaria da Saúde. Ontem à noite, a taxa de ocupação estava em 99,73%.

Confirmada a vacinação de idosos com 72 anos no Distrito Federal

Muitos jovens não acreditam que possam ficar doentes ou que a doença é uma mera invenção da ficção. O resultado é que em março o número de jovens com até 24 anos internados é o maior desde o início da pandemia.. Os dados foram divulgados pelo governo do Distrito Federal, em coletiva à imprensa, nesta quarta-feira (17). A capital federal tem 5.136 mortes, com 331.364 casos confirmados. Desses, 269.501 pacientes se recuperaram, de acordo com o Portal Covid-19.

O DF possui no momento 409 leitos para tratar pacientes com a Covid-19. O último levantamento mostra que desses, 375 estavam ocupados, 25 bloqueados e nove vagos – um adulto, quatro pediátricos e quatro neonatais.

Brasil: 90 mil infecções e 2,6 mil mortes num único dia

A Associação de Empresas e Diretores do Setor Funerário (Abredif) emitiu um alerta a filiados de todo o Brasil, para a adoção de um plano de emergência. “É angustiante a situação, porque há uma linha crescente de mortes. O sistema até tem capacidade para aguentar, mas não queremos testar nosso limite, porque ele é a porta do fim do mundo”, afirmou Lourival Panhozzi, presidente da entidade, em entrevista ao Metrópoles, por telefone.

O comunicado pede que as funerárias se preparem aumentando os estoques de materiais como urnas funerárias, máscaras e luvas. Além disso, pede para que as empresas analisem as capacidades dos cemitérios para realização de muitos sepultamentos ao mesmo tempo.  “Algumas cidades precisarão levar corpos para outros cemitérios, de cidades vizinhas. Precisamos nos preparar, pedi esse estudo para o caso de o número de óbitos sair ainda mais do controle”, afirmou Panhozzi à CNN Brasil.

 

 

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