Metroviários terão que ampliar número de trens na greve

Estação Águas Claras
Estação do metrô de Brasília/Arquivo/Divulgação
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A partir de hoje (24) os metroviários terão que aumentar a força de trabalho na greve que começou na última segunda-feira. A determinação é do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que atendeu a um pedido da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF). O TST ampliou de 60% para 80% o número de trens no horário de pico e de 40% para 60% nos demais horários.

De acordo com informações da companhia, com a decisão, em dias úteis, o mínimo da frota no horário de pico, das 6h às 8h45 e das 16h45 às 19h30, é de 19 trens em circulação. No horário de vale diurno (das 8h45 às 16h45), serão 9 trens – 60% do número que normalmente circula nesses horários. E, no horário de vale noturno, das 19h15 às 23h30, o mínimo passa a ser 5 trens em circulação.

Aos sábados, serão 12 trens no horário de pico (das 6h às 9h45 e das 17h às 19h15); no horário de vale diurno (9h45 às 17h), 7 trens; no vale noturno (19h15 às 23h30), 5 trens. Aos domingos e feriados, o mínimo será de 5 trens durante todo o horário de funcionamento (7h às 19h).

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