Prédios iluminados para marcar o início do Maio Amarelo

Congresso Maio Amarelo
O Congresso Nacional é a sede do Legislativo federal brasileiro/Arquivo
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Texto de Andreia Verdélio

A partir da próxima segunda-feira (03), a equipe da Diretoria de Educação de Trânsito do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) promoverá diversas ações e parcerias no âmbito do Maio Amarelo. O objetivo é informar pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas sobre a importância do respeito às leis de trânsito. Como tradição, no dia 28 de maio, os servidores do departamento doarão sangue no Hemocentro de Brasília.

A partir deste sábado, o prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), os palácios do Buriti, do Itamaraty e do Planalto, além do Museu Nacional, a Catedral, o Monumento JK e a Ponte JK estarão em tom amarelado e permanecerão assim até o fim do mês. Diversos shoppings da cidade também terão suas fachadas iluminadas.

A campanha Maio Amarelo começou hoje (01) com o tema “Respeito e Responsabilidade: pratique no trânsito”. O objetivo é promover a empatia e a humanização das estatísticas de acidentes de trânsito e chamar atenção sobre como a impaciência e a intolerância refletem nas atitudes das pessoas quando estão dirigindo.

“É assim, pensando no outro e fazendo por todos, que esperamos trazer mais consciência e harmonia para o transitar de todos os brasileiros, com respeito e responsabilidade, se colocando no lugar do outro, praticando os preceitos de uma sociedade educada e empática”, explicou o Observatório Nacional de Segurança Viária, um dos agentes da campanha, em comunicado.

O movimento Maio Amarelo nasceu em 2014 e fomenta uma ação coordenada entre o poder público, iniciativa privada e sociedade civil para discutir o tema segurança viária com o objetivo de reduzir os acidentes e mortes no trânsito. Apesar da redução do número de mortes nos últimos anos, o trânsito brasileiro ainda mata milhares de pessoas todos os anos. Em 2019, quando foi divulgado o último levantamento pelo Ministério da Saúde, foram mais de 31.945 vidas perdidas.

9Andreia Verdélio trabalha na EBC)

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