Levantamento divulgado hoje aponta o perfil dos comunicadores durante a pandemia
A maioria dos comunicadores (58%) não tem filhos e 49% são solteiros, de acordo com uma pesquisa divulgada hoje (27) à tarde pelo Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho, vinculado à Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
Relatório “Como trabalham os comunicadores no contexto de um ano da pandemia da Covid-19… 1 ano e 500 mil mortes depois” foi realizado a partir das respostas de 1.018 pessoas no período de abril, com validação do questionário de 994 pessoas nos 26 estados e no Distrito Federal. ““As respostas compõem um conjunto de informações sobre as rotinas de trabalho, as condições em que são realizadas”, disse a a coordenadora do CPCT, professora Roseli Figaro.
Grande parte das pessoas que responderam (59%) são mulheres, 68% declararam que são da cor branca, 20% pardos e 9% disseram que são pretos. Do total que responderam aos questionários, 257 ganham entre dois e quatro salários mínimos (entre R$ 2.200 e R$ 4.400).
“Estamos falando de profissionais que trabalham no jornalismo, na comunicação das organizações de diferentes perfis, instituições públicas e privadas, internamente ou via agências de comunicação e de publicidade, prestando serviços também a personalidades, autoridades e empresas de mídia”, conta a coordenadora do CPCT.
“Neste período de pandemia, o distanciamento social foi adotado como ação profilática principal para evitar ainda mais danos. O mundo do trabalho foi transportado para um universo paralelo de controvérsias sobre o que e como fazer para se manter a atividade laboral”.


















