Ibaneis diz que governadores estão à disposição para o diálogo

Reunião governadores Palácio do Buriti
Ibaneis e Wellington na reunião de governadores junto com secretários distritais/Divulgação/Agência Brasília
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O governador do Piauí disse que houve unanimidade na defesa da democracia na reunião desta manhã

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), disse que os governadores estão à disposição para o diálogo. O comentário foi feito após uma reunião virtual entre os gestores estaduais, protagonizada nesta manhã no Palácio do Buriti com a presença do governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que preside o Fórum dos Governadores.

“Nós vamos nos colocar a disposição do diálogo. Agora o diálogo também depende da outra parte. Não se faz um diálogo se não tiver o outro interlocutor”, afirmou. “A gente espera que o presidente, até pelo nível que o Brasil chegou nesse momento, das disputas institucionais, que ele tenha essa atenção para com os governadores dos Estados”.



O governador do Piauí disse que foi aprovamos “um compromisso de que as polícias dos Estados estarão atuando na forma e nos limites da Constituição e da lei. É um compromisso do Fórum dos Governadores com o Brasil”.

“A defesa unânime dos governadores é da defesa da democracia, do respeito à Constituição e à lei. E, para dar passos concretos, nós estamos solicitando uma agenda com o presidente da República, onde o objetivo é demonstrar a importância do Brasil ter um ambiente de paz, de serenidade”, disse Dias.

Em uma mensagem em vídeo gravada depois do encontro, o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), afirmou que pretende conversar diretamente com o presidente da República.


O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), explicou pela internet que três assuntos “importantes” foram debatidos hoje no Fórum de Governadores: defesa da democracia, risco ao pacto federativo e governança climática. “É grave o que vivemos no Brasil e isso exige ação da nossa parte, governantes eleitos”.

“Temos uma responsabilidade como governadores para além das nossas próprias populações dos Estados, para com a federação, que é a soma dos nossos Estados. É algo se impõe neste momento crítico que estamos vivendo da história nacional”.


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