Novo estudo indica vida extraterrestre na galáxia onde está a Terra

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Uma das estrelas mais brilhantes vistas em nossa galáxia é a AG Carinae/Arquivo/Nasa
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Levantamento foi realizada por uma equipe de astrônomos de 16 universidades de todo o mundo

A possibilidade de que haja vida extraterrestre na Via Láctea é muito maior do que se preconizava antes: uma nova descoberta de “quantidades significativas” de grandes moléculas orgânicas em torno de estrelas jovens, necessárias para a vida nos planetas, sugere que as condições básicas necessárias para formar a vida na Terra poderiam existir em outras partes da Galáxia.

A pesquisa, publicada na revista Astrophysical Journal Supplement Series, foi realizada por uma equipe de astrônomos de 16 universidades de todo o mundo, buscando as “impressões digitais” das moléculas orgânicas a partir dos dados coletados pelo radiotelescópio de Atacama, no Chile.



Os astrônomos estudaram cinco sistemas conhecidos por terem uma estrela jovem cercada por um disco protoplanetário, a uma distância entre 300 e 500 anos-luz da Terra.

Em quatro deles, encontraram grandes reservas de moléculas precursoras, que são “degraus” entre moléculas mais simples baseadas no carbono, encontradas em abundância no espaço, e moléculas mais complexas que são necessárias para criar e manter a vida.

Um dos autores do estudo, John Ilee, pesquisador da Universidade de Leeds, mencionou que o telescópio ALMA permitiu “pela primeira vez buscar estas moléculas nas regiões mais internas destes discos, em escalas de tamanho similares a nosso Sistema Solar”, de acordo com a agência Sputnik.


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