Até agora, foram registrados explosões e bombardeios em ao menos nove países, sendo que sete tiveram vítimas fatais
Por Misto Brasil – DF
O conflito no Oriente Médio, deflagrado com os bombardeios de Estados Unidos e Israel ao Irã no fim de semana, chegou nesta segunda-feira (02) ao Líbano. O ataque sofrido pelo país na madrugada foi uma resposta de militares israelenses aos lançamento de foguetes contra Israel pelo grupo xiita libanês Hezbollah, que é um aliado do Irã.
Até agora, foram registrados explosões e bombardeios em ao menos nove países, sendo que sete tiveram vítimas fatais.
Em uma decisão sem precedentes, o governo libanês reagiu aos bombardeios com a proibição das atividades militares do Hezbollah.
Hoje à tarde, o governo do Irã informou que irá fechar o Estreito de Ormuz, por onde passa 20% da produção petroleira mundial. E ameaçou atear fogo nos navios petroleiros.
P Estreito de Ormuz é relativamente largo, mas os navios só tem uma faixa de 3 quilômetros para navegar, é como se fosse uma avenida.
Os ataques de Israel, que atingiram os arredores de Beirute e o sul do Líbano, deixaram ao menos 52 pessoas mortas e outras 154 feridas, segundo o Ministério da Saúde libanês.
Israel lançou na madrugada passada uma intensa onda de bombardeios contra Dahye e o sul do Líbano, o que provocou inúmeros deslocamentos nessas áreas, chegando a congestionar as estradas em direção ao norte.
As ações ocorreram depois que o Hezbollah atacou com foguetes e drones instalações militares no norte de Israel, afirmando ser uma resposta à morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei.
No início da manhã desta segunda-feira, os militares israelenses anunciaram uma nova rodada de bombardeios contra supostos alvos do Hezbollah, incluindo depósitos de armas e infraestrutura.
Israel afirmou ter atingido também membros de alto escalão da milícia.





















