Arquiteta Taíza Braga garante que o cobogó atende a várias premissas da arquitetura sustentável
Você sabe o que é cobogó? O termo é usado na arquitetura para melhorar a luz natural e ventilação ao ambiente da casa, explica a arquiteta Taíza Braga, que dá algumas dicas para aproveitar melhor esse modelo.
A Biblioteca Nacional de Brasília, de Oscar Niemeyer, é um exemplo clássico de uma construção elaborada com o uso do cobogó. Os prédios residenciais criados em tijolinhos furados que mostram como o cobogó é uma aposta arquitetônica presente na cidade. No Plano Piloto, a grande maioria dos prédios possui essa estrutura.
O cobogó surgiu na década de 1920, em Recife, e teve seu nome oriundo da junção da primeira sílaba dos sobrenomes de seus criadores. São um legado da cultura árabe, baseado nos muxarabis – construídos em madeira, e geralmente, eram utilizados para fechar parcialmente os ambientes internos.
“De forma leve e natural, a divisória de cobogós permite trazer luz natural e ventilação ao ambiente, sem perder a privacidade.”, explica a arquiteta. O elemento continua sendo uma tendência. “Além da função estética, seu uso atende a várias premissas da arquitetura sustentável, como ventilação e iluminação natural”.
















