A Câmara volta com as sessões virtuais e o Senado mantém, por enquanto, as sessões híbridas
A Câmara dos Deputados e o Senado Federal vão adotar soluções diferentes para enfrentar a nova onda do coronavírus. Os presidentes das duas Casas se manifestaram hoje (17) à tarde sobre as medidas de segurança sanitárias a serem adotadas ou continuadas na aproximação do reinício das atividades legislativas.
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), informou que vai adotar o trabalho remoto nas sessões e nas comissões até o Carnaval, “medida necessária até vencermos esta nova onda”.
No Twitter, disse que a medida também vai ajudar a economizar. “Tarifas aéreas estão altíssimas e a flexibilidade nas remarcações só acontece quando é do interesse das companhias”, afirmou.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) também disse nesta tarde que vai manter o esquema semipresencial para as sessões em plenário. Caso a situação se agrave na pandemia, uma nova ordem deve ser produzida.
Ao jornal Valor, Pacheco comentou que a recomendação para os senadores com mais de 60 anos, com comorbidades ou que se sintam inseguros no ambiente do Congresso Nacional é de utilizarem o sistema remoto de votação.
Segundo a mídia, em votações de autoridades, em que é necessária a presença física do senador no Parlamento, o registro do voto pode ser realizado em totens fora do plenário ou até mesmo na área externa do prédio.
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