Mais restrições contra a Rússia que ameaça empresas

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Putin é o presidente da Rússia que refez acordo da época da Guerra Fria/The Moscow Times
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Redes sociais também continuam na alça de mira do presidente Vladimir Putin

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e seus aliados anunciaram novas e pesadas restrições às relações comerciais com a Rússia, que isolam ainda mais o país do comércio internacional e inclui a proibição de importações de produtos como vodca, diamantes e frutos do mar.

O líder americano prometeu fazer com que o presidente russo, Vladimir Putin, pague um alto preço por sua invasão à Ucrânia. “Putin é o agressor, e Putin pagará o preço por isso” disse Biden, horas após conversar por telefone com o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski.

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Os EUA e os demais países do G7 pediram a revogação do status de “nação mais favorecida” no comércio internacional, o que permitiria o aumento de tarifas e cotas sobre produtos russos. No que diz respeito aos EUA, a medida precisará ser aprovada pelo Congresso, sendo que grupos de parlamentares americanos já começaram a agir nesse sentido.

“Permanecemos decididos a avançar o isolamento da Rússia de nossas economias e do sistema financeiro internacional”, afirmou o G7 em declaração conjunta.

Depois do Facebook e do Twitter, a Rússia está bloqueando também o Instagram. A Roskomnadzor, agência estatal que controla as comunicações no país, justificou a medida afirmando que a plataforma tem permitido a postagens incitando a violência contra cidadãos e soldados russos.

Antes, o Ministério Público solicitara a restrição do acesso ao Instagram – e também anunciou a exclusão de suas próprias contas na plataforma.



A medida foi tomada um dia após o grupo americano Meta – proprietário de Instagram e Facebook, além do WhatsApp – ter liberado temporariamente a cidadãos de alguns países a publicação de postagens incitando a violência contra tropas russas, contra o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente ucraniano, Alexander Lukashenko.

O presidente Vladimir Putin ordenou que seu gabinete “agisse de forma decisiva” contra as muitas empresas estrangeiras que deixam o mercado russo após a invasão da Ucrânia por Moscou e a imposição de sanções abrangentes.

“Em nenhum caso devemos permitir danos a fornecedores locais. É preciso introduzir a gestão externa e transferir as empresas para quem quer trabalhar. Temos ferramentas legais suficientes para fazer isso”, disse Putin.


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