Relatório é da Codeplan que será apresentado na terça e mostra oportunidades sustentáveis
A Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) divulga nesta terça-feira (22) o Mapa do Emprego Verde no Distrito Federal. O documento orienta sobre redução do desemprego, a qualidade de vida da população, o meio ambiente e o aumento da sustentabilidade econômica.
Existem iniciativas que promovem a adoção de algumas medidas nesse sentido. Entre elas, o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividades no Habitat, a Etiqueta de Eficiência Energética em Edificações do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica e o Selo Casa Azul da Caixa Econômica Federal.
Em dez anos (entre 2009 e 2019), essa modalidade empregatícia teve um aumento de 5,8%, ao passar de aproximadamente 83 mil pessoas para 88 mil. No Distrito Federal, os empregos verdes são de predominância masculina e de pessoas identificadas como pretas ou pardas: 62,7% e 63,7%.
A escolaridade dos profissionais das classes verdes, 37% possuem nível superior completo ou pós-graduação, enquanto 41,6% tinham ensino médio completo.
O rendimento médio mensal era 14,8% menor (R$ 4.781 ao mês) que o valor médio registrado pela categoria de empregos não verdes (R$ 5.612).
Ao analisar a situação do mercado de trabalho ligado à economia verde e seu potencial crescimento na capital federal, o projeto tem o objetivo de orientar que políticas públicas contribuam em quatro eixos: a redução do desemprego, a qualidade de vida da população, o meio ambiente e o aumento da sustentabilidade econômica.
Existe uma demanda social por mercadorias e serviços que configurem um consumo mais consciente, buscando produtos com menor impacto ambiental e promovam mais sustentabilidade.
Essa tendência foi turbinada pela crise econômica e sanitária, que fez com que a oferta de empregos neste segmento, ou seja, nos setores ligados à economia verde, fosse uma oportunidade para alavancar a economia local.













