PSTU lança capitão no ES e as pesquisas em MG e PE

Romeu Zema governador de Minas Gerais Misto Brasília
Romeu Zema foi reeleito para o governo de Minas Gerais/Arquivo/Divulgação
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Atualmente, 21% dos eleitores se dizem de direita, quase o dobro dos que afirmam ser de esquerda, 11%

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) lançou, no sábado (14) em Vitória, a pré-candidatura do capitão da PM Vinícius Sousa a governador do Espírito Santo e a do dirigente da central sindical CSP-Conlutas Filipe Skiter a senador pelo estado.



Ainda segundo o partido, o capitão da PM é socialista e militante pela Revolução Brasileira, e “apoiou e atuou nas lutas da classe trabalhadora e das comunidades”.

A deputada federal Marília Arraes (Solidariedade) lidera a corrida ao governo de Pernambuco com 28,8% das intenções de votos. É o que mostra levantamento do instituto Paraná Pesquisas, feito de 10 a 14 de maio. Depois da ex-petista – a congressista deixou o partido em março -, aparecem Raquel Lyra (PSDB), 16%; Miguel Coelho (União Brasil), 13,6%; Anderson Ferreira (PL), 12,1%; Danilo Cabral (PSB), 7,1%; João Arnaldo (PSol), 1,3%; e Jones Manoel, 0,7%.

Com 20 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado, Romeu Zema (Novo) lidera a disputa ao governo de Minas Gerais, com 46,8%. O candidato tem 11,8 pontos percentuais a mais que a soma de todos os adversários juntos.



A segunda colocação fica com Alexandre Kalil (PSD), que tem 26,8% das intensões de votos. Conforme a amostra, o terceiro colocado é o Jornalista Carlos Viana (PL), eleito em 2018 para o Senado Federal, com 5,4%. Marcus Pestana (PSDB) está em quarto, com 1,7 %. Os candidatos Renata Regina (PCB), Miguel Corrêa (PT) e Lorene Figueiredo (PSOL) contabilizaram menos de 1% das intensões.

No Brasil, mais pessoas se declaram de direita do que de esquerda, apontam dados da pesquisa Panorama Político, realizada pelo Senado. Atualmente, 21% dos eleitores no país se dizem de direita, praticamente o dobro dos que afirmam ser de esquerda, 11%. O maior grupo, porém, segue sem se identificar com nenhum dos lados da polarização, tampouco com o centro.

A tendência de queda dos eleitores que se diziam de direita se estabilizou. Em 2019, eram 29%; em 2021, 20%; agora, são 21%. Já os que declaram ter posicionamento de esquerda permanecem em redução. Eram 18% em 2019, 15% em 2021 e 11% agora. (Da CNN, SBT News e Agência Senado)


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