Em Dimona e Arad, ao sul, foram registrados 33 e 84 feridos, totalizando 117 pessoas. Pelo menos dez estavam em estado grave
Por Misto Brasil – DF
Israel elevou a mais de cem o número de feridos no ataque iraniano de sábado (21) contra duas cidades no sul do país, próximas a um complexo nuclear, depois que os sistemas de defesa aérea falharam em interceptar projéteis.
Em Dimona e Arad, ao sul, foram registrados 33 e 84 feridos, respectivamente, totalizando 117 pessoas. Pelo menos dez estavam em estado grave.
Leia – guerra reduz produção de hélio, essencial para chips
Leia – principal instalação nuclear do Irã é atingido por bombardeio
O exército israelense disse que investigaria a falha na interceptação em Dimona e Arad. “Os sistemas de defesa aérea operaram, mas não interceptaram o míssil”, escreveu no X o porta-voz militar, brigadeiro‑general Effie Defrin.
Segundo as forças militares, Israel interceptou 92% de 400 mísseis balísticos lançados pelo Irã desde o começo da guerra.
Em resposta, o país lançou uma nova onda de ataques contra Teerã neste domingo.
Ao norte, perto da fronteira com o Líbano, uma pessoa morreu nesta manhã por disparos de foguetes vindos do país vizinho. Os bombeiros locais disseram que as chamas engoliram dois veículos após um “acerto direto”.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou neste domingo (22) que a guerra no Oriente Médio alcançou uma “fase crítica” com os ataques mirando áreas que abrigam instalações nucleares em Irã e Israel.
“Os ataques contra instalações nucleares representam uma ameaça crescente à saúde pública e à segurança ambiental”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na rede social X.
“Apelo urgentemente a todas as partes para que exerçam a máxima contenção militar e evitem quaisquer ações que possam desencadear incidentes nucleares.”
PARTICIPAÇÃO DO LEITOR
Participe desta discussão
Compartilhe sua opinião sobre este assunto. As participações passam por análise editorial antes de qualquer utilização no site.



















