Caso está sendo investigado pela Polícia Federal. E o TRF1 rejeitou um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa
A assessoria da justiça federal confirmou que o juiz da 15ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, Renato Borelli, recebeu diversas ameaças. O magistrado mandou prender o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, e esse seria o motivo das ameaças que chegaram nos últimos dois dias.
A Justiça Federal do DF informou que os pedidos de investigação foram encaminhados para a Polícia Federal. O órgão não detalhou de que modo se deram as ameaças. Borelli também decretou a prisão dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, que tem acesso privilegiado ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).
E nesta manhã, o desembargador Morais da Rocha, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), rejeitou um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro.
O magistrado negou conhecimento ao pedido, por entender que os advogados não apresentaram na ação “os documentos indispensáveis para demonstrar o alegado constrangimento ilegal”. Por isso, nem chegou a analisar o mérito do pedido, segundo o g1 e a GloboNews. O magistrado concedeu liminar determinando que a defesa tenha acesso aos autos do processo que investiga o ex-ministro.
Segundo o desembargador, “nada impede que, de posse dos documentos necessários à instrução do habeas corpus, seja promovida nova impetração, trazendo ao feito com os elementos necessários para o seu conhecimento e apreciação”.
