China vai lançar sonda para estudar o Sol e seus impactos

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Alvorada nesta manhã no Distrito Federal a partir do Plano Piloto/Jorge Cury/Misto Brasília
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Está programado para ser lançado do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan em outubro

A China planeja lançar sua primeira sonda espacial desenvolvida para estudar processos que ocorrem no Sol, informou o Observatório Astronômico Zijinshan da Academia de Ciências chinesa.



O chamado Observatório Solar Avançado Baseado no Espaço (ASO-S, na sigla em inglês) está programado para ser lançado do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, no noroeste da China, em outubro, sem data mais precisa até agora.

O satélite de 888 quilos vai realizar observações do campo magnético do Sol, erupções solares e ejeções de massa coronal em uma órbita síncrona solar 720 quilômetros acima da Terra. Espera-se que a missão dure quatro anos.


O ASO-S registrará em detalhes a “tempestade” do 25º ciclo solar, o atual ciclo do Sol que começou em dezembro de 2019. O satélite vai gerar até 500 gigabytes de dados por dia e toda essa informação científica e software estarão disponíveis para usuários em todo o mundo.

Pequim espera que o ASO-S permita que cientistas prevejam as erupções solares e seu impacto às pessoas na Terra. A Academia de Ciências da China lançou uma campanha global para coletar sugestões públicas para o nome da nova sonda.


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