Há uma briga entre os emedebistas a favor e contra o apoio ao ex-presidente Lula da Silva
O prefeito de Cacimbinhas (AL) e aliado do senador Renan Calheiros (MDB-AL), Hugo Wanderley Caju (MDB), protocolou ontem uma ação, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Ele pede para anular o ato convocatório da convenção nacional do Movimento Democrático Brasileiro marcada para esta quarta-feira (27). Mais cedo, nesta 2ª, Calheiros confirmou ao SBT News que acionaria a Justiça ainda nesta data contra o evento.
Para embasar o pedido de anulação, Caju afirma que o edital de convocação da convenção, ao prever que ela será realizada pela plataforma de reuniões virtuais Zoom, “reveste-se de grave irregularidade, notadamente relacionada à garantia do sigilo do voto, representando violação às disposições estatutárias do MDB”.
O pré-candidato a deputado por São Paulo, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PTB) disse ontem que, apesar de algumas divergências, apoiará a candidatura à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), porque — além do antipetismo — o atual mandatário defende o conservadorismo de costumes e a política econômica liberal.
“Eu não vejo alternativa outra que tenha esses dois fatores que para mim são relevantes”, afirmou em entrevista, sua primeira após ter recuperado os direitos políticos na semana passada.
À jornalista Roseann Kennedy, no Poder Expresso, do SBT News, o ex-presidente da Câmara também justificou sua saída do MDB, dizendo discordar de eventual apoio da sigla ao PT. “Quase que rasgar tudo aquilo que o MDB fez”, disse, referindo-se ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, do qual foi protagonista.






















