No Brasil a ideia tem o apoio de 70% dos trabalhadores. Na América Latina, a metade aceitaria reduzir salários
Sete em cada 10 trabalhadores gostariam de ter mais flexibilidade no seu tempo de trabalho, com horas em menos dias e com dias mais longos. Essa é a média de trabalhadores em 17 países. No no Brasil, a ideia tem o apoio de 70% dos trabalhadores.
É o que mostra a pesquisa realizada pelo pelo ADP Research Institute na edição mais recente da pesquisa People at Work 2022: A Global Workforce View.
Embora os trabalhadores digam que o salário é o fator mais importante em um emprego, a pesquisa também descobriu que quase a metade dos latino-americanos ouvidos (48%) estaria disposta a aceitar um corte salarial para ganhar mais flexibilidade.
Um em cada três (31%) aceitaria um corte salarial para garantir flexibilidade na estruturação de suas horas, mesmo que isso significasse que o total de horas trabalhadas não mudaria.
“Se avaliarmos que 71% dos trabalhadores ouvidos em todo o globo consideraram fazer uma grande mudança de carreira no ano passado, os empregadores que estão abertos e preparados para esse movimento podem se beneficiar ao contratar e reter funcionários”, avalia o vice-presidente de RH para a América Latina da ADP, Mariane Guerra.
“Pode haver um acordo sobre mudanças de salário e outras prioridades. Compreender isso pode ajudar os empregadores a gerenciar demandas em um momento em que atrair e reter funcionários qualificados e talentosos é uma das questões mais críticas para os negócios”, comenta a vice-presidente de RH para a América Latina da ADP.



















