Marco Antonio, que fazia campanha para o candidato a deputado distrital, continua foragido
Continua sumido o cabo eleitoral do candidato à Câmara Legislativa, Rubens de Araújo Lima (PTB). Os dois se envolveram numa confusão na frente de uma churrascaria na Vila Planalto, onde foi baleado no sábado o garçom Raimundo Eduardo Pereira Silva.
A vítima está em estado grave, mas estável, no Hospital de Base onde aguarda uma cirurgia. O tiro atingiu o rosto do funcionário da Tchê Garoto, desferido por Marco Antonio Leal da Silva, 54 anos.
Tudo começou por conta do som alto da propaganda política. O candidato conhecido também como Rubão, se negou a baixar o volume da propaganda, que incomodava a clientela do estabelecimento. Na briga, o cabo eleitoral pegou uma arma e atirou contra o garçom.

Na entrevista que deu à mídia, Rubão, que defende ideias bolsonaristas, disse que não sabia que Marco Antonio estava armado. O caso está sendo investigado pela 5ª. Delegacia Polícia Civil, que liberou Rubão após o pagamento de uma fiança. Ele disse que voltou ao local e foi agredido por cinco homens.
Seguno publicou o g1, Marco Antônio é ex-bombeiro e foi expulso da corporação por um homicídio ocorrido em 23 de abril de 2002. De acordo com o processo no site do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), o suspeito ingressou no Corpo de Bombeiros do DF em 1989 onde permaneceu por 18 anos, até passar por auditoria e ser excluído da corporação.
O PTB informou em nota que “repudia a violência, confia na competência das forças policiais do Distrito Federal e aguarda apuração dos fatos”.




















