Definidos critérios para o plano de redução das filas de cirurgias

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Paciente é preparado para o mutirão de cirurgia em Luziânia/Divulgação
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O problema acontece no Distrito Federal e nos estados com milhares de pessoas a espera de atendimento no SUS

Por Misto Brasília – DF

Os órgãos públicos da saúde no âmbito federal, estadual – incluindo o Distrito Federal – decidiram enfrentar as enormes filas para cirurgias na rede pública.



Somente no Distrito Federal, são mais de 26 mil pessoas a espera de uma cirurgia. Estados maiores, como Rio, São Paulo ou minas Gerais, esta fila chega a mais de 130 mil pacientes por estado.

Os primeiros recursos encaminhados, cerca de R$ 200 milhões, serão para cirurgias eletivas. Os próximos passos são para exames diagnósticos e consultas especializadas.

No total, estão previstos R$ 600 milhões para execução do Programa Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas, Exames Complementares e Consultas Especializadas., graças ao recurso garantido pela aprovação da PEC da transição.



“A condição é pactuação na Comissões Intergestores Bipartite, portanto, de comum acordo, que contenha a expectativa dos procedimentos cirúrgicos, quantitativos, bases de acompanhamento e expectativa de redução”, disse o secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães.

A ideia é que, a partir da execução do primeiro montante, as próximas ocorram por produção, com a repactuação de recursos para diagnósticos, se necessário.

Na sexta-feira, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, se reuniu com os governadores para apresentar a proposta e fazer a sensibilização quanto à elaboração dos planos e aprovação nas CIBs.



A Secretaria da Saúde do Distrito Federal vai receber de volta pouco mais de 2 mil servidores que estão à disposição do Instituto Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). O número de médicos é de cerca de 600, o que vai ajudar no mutirão que está previsto para os próximos dias.

Esse esforço para realizar as cirurgias vai ocorrer inclusive nos finais de semana, garantiu a secretária  Lucilene Florêncio.

A portaria assinada nesta semana, exclui os médicos especializados que atendem o Hospital de Base, que está sob a jurisdição do IgesDF.


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