Pazuello avisou que participaria de ato político com Bolsonaro

Bolsonaro aglomeração Rio de Janeiro
Bolsonaro e Eduardo Pazuello sem máscara e promovem aglomeração em manifestação de motociclistas/Arquivo/Reprodução
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General da reserva estava na ativa e pelo Regimento do Exército não poderia participar da manifestação

O Comando do Exército divulgou o processo administrativo aberto contra o general e ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello em maio de 2021. No que, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi colocado em sigilo por 100 anos.



Atualmente o general da reserva é deputado federal pelo PL do Rio de Janeiro. Contra ele há uma série de acusações, incluindo incompetência quando era ministro da Saúde no auge da pandemia da Covid-19.

A documentação tem 17 páginas e se resume à defesa de Pazuello e a resposta do então comandante do Exército, Paulo Sergio Nogueira, absolvendo o oficial, segundo publicou O Estado de São Paulo nesta sexta-feira (24) à tarde.


Pazuello alegou que tinha avisado por telefone o comandante que iria participar de uma motociata a convite de Bolsonaro no Rio de Janeiro. O comandante do Exército, ao analisar a defesa, confirmou ter sido avisado e arquivou o caso apenas seis dias após Pazuello apresentar sua defesa.

A defesa de Pazuello tem seis páginas, segundo a mídia. Ele diz que atendeu o convite de Bolsonaro para ir à motociata por conta do respeito e da “camaradagem” entre ele e o então presidente. Descreve ainda como também foi surpreso com o assédio de apoiadores bolsonaristas que o reconheceram mesmo de máscara.


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