Ex-ministro do Paquistão é preso e condenado por vender presentes

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Mapa do Paquistão que tem sérios problemas com o abastecimento de combustíveis/Arquivo
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Imram Khan recebeu durante visitas do então líder ao exterior e valeriam mais de 140 milhões de rúpias paquistanesas

Por Misto Brasília – DF

O ex-primeiro-ministro do Paquistão Imran Khan foi preso neste sábado (05) após ser condenado a três anos de prisão por corrupção, acusado de vender ilegalmente presentes de posse do Estado oferecidos por líderes estrangeiros.

Esses itens haviam sido presenteados a Khan durante visitas do então líder ao exterior e valeriam mais de 140 milhões de rúpias paquistanesas, o equivalente a mais de R$ 3 milhões.

O caso foi primeiro investigado por uma comissão eleitoral, que o considerou culpado de usar indevidamente seu cargo de primeiro-ministro para comprar e vender presentes do Estado.

Durante meses, jornais paquistaneses publicaram uma série de reportagens sobre o escândalo, afirmando que Khan e sua esposa receberam presentes luxuosos durante viagens que incluíam relógios, joias, bolsas de grife e perfumes. Funcionários do governo devem declarar todos os presentes recebidos, podendo manter somente aqueles abaixo de um determinado valor ou comprá-los a um preço oficialmente acordado.

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