Comissão Europeia deve ter um caminho combativo em relação à China

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Situação econômica dos países europeus é considerada grave/Arquivo
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Mais investigações comerciais, triagem mais rigorosa de subsídios injustos são algumas das ações que serão tomadas

Por Misto Brasil – DF

Autoridades sêniores indicadas para ajudar a administrar a Comissão Europeia, liderada por Ursula von der Leyen, ecoam sua abordagem de confronto com a China.

Sugere que novas investigações e regras mais rigorosas aguardam as relações comerciais entre Pequim e Bruxelas.

De acordo com declarações escritas e fornecidas por autoridades sêniores indicadas para ajudar a administrar a Comissão Europeia, a União Europeia (UE) deve continuar em um caminho combativo em relação à China nos próximos cinco anos de mandato de von der Leyen.

Segundo o South China Morning Post, mais investigações comerciais, triagem mais rigorosa de subsídios injustos e esforços renovados para combater os impactos do excesso de capacidade industrial.

E também os laços da China com a Rússia e as interdependências armadas, todos apareceram com destaque em meia dúzia de submissões sobre os portfólios mais relevantes para Pequim.

As declarações chegaram ainda na quarta-feira (23), antes das audiências de confirmação no Parlamento Europeu nas próximas semanas e com a nova comissão prevista para entrar em vigor até o final de novembro.

Para se ter uma ideia da temperatura, a ex-primeira-ministra estoniana Kaja Kallas, que possivelmente deve substituir o chefe de política externa do bloco, Josep Borrell, declarou que “os desafios mais urgentes aqui são o apoio da China à Rússia, bem como os desequilíbrios estruturais entre a UE e a China que resultam de políticas e práticas não mercantis, que criam concorrência desleal e um campo de jogo desigual”.

Em um tom muito mais assertivo do que seu potencial antecessor, Kallas disse que o bloco deve usar o “novo regime de sanções horizontais sobre ameaças híbridas” para proteger os cidadãos da UE de “atores como Rússia, Irã, Coreia do Norte e, em parte, China”, que ela alegou “visar armar as interdependências e explorar a abertura de nossas sociedades contra nós”.

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