Nesta quarta-feira (4), o principal índice da bolsa brasileira caiu 0,04%, aos 126.087,02 pontos. O dólar fechou a R$ 6,04
Por Misto Brasil – DF
O mercado de câmbio teve nesta quarta-feira (4) a segunda sessão seguida de relativo alívio no Brasil, com o dólar fechando em leve baixa, ainda que acima dos 6,00 reais, refletindo o recuo da moeda norte-americana ante outras divisas durante boa parte do dia, enquanto o pacote fiscal do governo Lula seguia no foco dos investidores.
Concentrado no ambiente doméstico com apostas de alta na Selic na próxima semana e rumores de trocas no alto escalão da Petrobras, o Ibovespa a força conquistada na véspera e voltou ao tom negativo.
Nesta quarta-feira (4), o principal índice da bolsa brasileira caiu 0,04%, aos 126.087,02 pontos.
Haddad fez críticas à forma como parte do mercado financeiro recebeu o pacote fiscal lançado na semana passada e disse que as medidas anunciadas são suficientes para o momento, prevendo a aprovação no Congresso ainda este ano sem descartar a possibilidade de mais ações caso necessário.
No exterior, dados da ADP mostraram que foram gerados 146.000 empregos no setor privado dos EUA em novembro, após avanço revisado para baixo de 184.000 em outubro.
Economistas consultados pela Reuters previam que o emprego privado aumentaria em 150.000 posições após um salto de 233.000 em outubro.
Nesta quarta-feira (4), o dólar à vista estendeu as perdas da véspera com a redução da aversão ao risco doméstico e enfraquecimento da moeda no exterior.
Na comparação com o real, a divisa norte-americana encerrou as negociações a R$ 6,0457 (-0,21%).
O desempenho acompanhou a tendência vista no exterior. O indicador DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, caiu 0,04%, aos 106,326 pontos.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, reagiu às pressões do setor financeiro classificando-as como um “ataque especulativo” ao Real.
Ele destacou dados econômicos positivos, como a redução do nível de desemprego, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e a expansão dos investimentos para sustentar que fatos como a alta do dólar frente à moeda brasileira não encontram amparo na realidade.![]()
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