É importante lembrar que, embora o jejum intermitente possa ser eficaz a curto prazo, ele pode não ser tão útil a longo prazo
Por Luciana Lucas – DF
Você já ouviu falar sobre o jejum intermitente? Essa prática tem ganhado destaque como uma estratégia para perda de peso e melhoria da saúde metabólica. Estudos mostram que o jejum intermitente pode trazer benefícios como:
Redução do hormônio grelina (o hormônio da fome)
Aumento da autofagia, que pode contribuir para a longevidade
Diminuição do estresse oxidativo (reduz envelhecimento precoce)
Redução de fatores de risco para doenças cardiovasculares
No entanto, é importante lembrar que, embora o jejum intermitente possa ser eficaz a curto prazo, ele pode não ser tão útil a longo prazo quando comparado a dietas com restrição calórica.
Além disso, nem todos podem praticar o jejum, pois pode haver efeitos adversos para algumas pessoas, por exemplo, pessoas diabéticas, com baixo peso, com problemas cardiovasculares e outras patologias.
Crianças, adolescentes e idosos também não devem praticar jejuns acima de 12 horas.
A estratégia mais segura é finalizar a última refeição do dia mais cedo e tomar o café da manhã 12 horas após.
Podemos fazer até 18 horas de jejum em dias seguidos. Jejuns prolongados exigem planejamento com profissional de nutrição e muitas vezes o uso de suplementos como eletrólitos são necessários.
Dica: sempre consulte um profissional de saúde qualificado antes de iniciar qualquer método de jejum ou dieta. Eles podem ajudar a encontrar a abordagem mais adequada para você, garantindo que você alcance resultados satisfatórios e seguros!
Vamos juntos cuidar da nossa saúde!


