Trump já disse que vai taxar os países dos Brics, que o Brasil vai comandar e expulsar 250 mil brasileiros
Por Genésio Araújo Júnior – DF
As consequências vêm sempre depois, diz o personagem conselheiro Acácio, na obra O Primo Basílio, de Eça de Queiroz.
Na política essa frase é um achado. A chegada triunfal de Donald Trump na Casa Branca se dá no pior momento do Lula 3.
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Ruim com o público, inflação alta e erros na comunicação, mas não se morre com o barulho da bala.
É certo que o evento COP30, lá em Belém, vai sofrer sem a presença dos Estados Unidos, pois Trump já disse que não está nem aí com o aquecimento global e vai atrapalhar a regulamentação dos créditos de carbono, que tanto empolga a turma da Amazônia.
Trump já disse que vai taxar os países dos Brics, que o Brasil vai comandar este ano, se eles insistirem numa moeda eletrônica para substituir o dólar. Isso não vai para canto algum com tantas moedas digitais na fila.
Trump poderá expulsar até 250 mil brasileiros que estariam ilegais nos Estados Unidos, o que poderá impactar até um milhão de pessoas nos Estados Unidos e em estados como Minas, Goiás e Espírito Santo.
Trump, com seu jeito supremacista, deixou entender que o Brasil não é prioridade para ele. Ruim para os bolsonaristas. Isso tudo poderá se transformar em oportunidades para nossa competente diplomacia, se Lula da Slva tiver juízo.
O homem está querendo ser dono do mundo. Ora bolas, o mundo ficou gigante até para Deus.






















