Trump e Musk, a Alemanha e a ultradireita

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Trump durante discurso nesta noite um dia antes de assumir a presidência dos EUA/Arquivo/Reprodução vídeo
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Quiseram intervir na eleição alemã, apoiando a extrema-direita com origem nazista, mas não deu certo

Por Genésio Araújo Júnior – DF

A primeira vez que fui na Alemanha foi há 29 anos, quando vi, ao passar de metrô por Alexanderplatz, centenas de guindastes de mais de 70 metros em obras de reconstrução da antiga Berlim comunista.

Tive a certeza de que, para onde a Alemanha fosse, a Europa iria. A Alemanha que foi fundamental para o início de nossa indústria, está em crise por várias  razões.

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Leia – conservador deve ser o novo chanceler da Alemanha

E ontem elegeu um novo congresso, que colocará no poder um tradicional político de centro-direita.

Mas o que isso tem a ver com o preço do seu café que não baixa?

Ninguém tem dúvida que Donald Trump chegou para abalar e vai mexer com a sua vida. Mas ele, o bilionário Elon Musk, e o seu vice-presidente, J.D. Vance, quiseram intervir na eleição da Alemanha, apoiando a extrema-direita com origem nazista.

Não conseguiram. Os neonazistas ficaram do tamanho que já se esperava deles, antes da turma de Trump se meter por lá.

Se imagina que Donald Trump, quando tiver tempo, em sua agenda de dono do mundo, venha se meter na política do Brasil. Pelo que os alemães fizeram, nada garante que Trump poderia fazer, como pensam seus apaixonados aqui transformar água em vinho.

Seu fã na América do Sul, Javier Milei, arrumou uma confusão querendo fazer uma criptomoeda tipo Donald Trump.

A história nos ensina que uma associação entre autocratas, oligarcas e plutocratas pode mudar o mundo. Prepare aí no seu possante.

 

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