Padilha, Gleisi e a nota máxima da sala de aula

Lula da Silva alta hospitalar Sírio-Libanês Misto Brasil
Lula da Silva quando recebeu alta do Hospital Sírio-Libanes/Arquivo/Agência Brasil
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Os novos ministros chegam carregando pedras, pois foram executivos juntos de uma empresa que quebrou, Dilma Rousseff

Por Genésio Araújo Júnior – DF

Quando cheguei na posse de Alexandre Padilha, na saúde, e de Gleisi Hoffmann, nas relações institucionais, lá no Palácio do Planalto, tinha fila para tudo.

Uma coleguinha me falou, nunca vi tanta gente aqui. Eu a tirei, é a posse do dono do maior orçamento da Esplanada, e a daqui avaliza o cheque. Ela concordou.

Ouça o comentário do articulista logo abaixo.

Leia – Gleisi diz na posse que veio para somar

Leia – Lula da Silva empossou Alexandre Padilha na Saúde

Alexandre Padilha e Gleisi Hoffmann chegam carregando pedras, pois foram executivos juntos de uma empresa que quebrou, Dilma Rousseff. Além da pecha de mais petismo no governo, eles têm vantagens.

Gleisi assume num tempo que o orçamento secreto não vai funcionar como no passado, e Padilha já não tem a terra arrasada para arar. Ninguém acredita que Gleisi será menos petista radical, e Padilha será tão inovador como no Mais Médicos.

Padilha promete acabar com a tabela suja que engessa a fila de serviços, e Gleisi promete ajudar Fernanda Haddad, que antes atrapalhava.

Sabe aquela história onde você chega com a missão de não ser só um aluno aplicado, mas o melhor aluno da classe? Não é fácil quando para passar de ano você tem que tirar a nota máxima. 

 

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