O Departamento de Segurança Interna (DHS) notou nos EUA um “ambiente de ameaça intensificada”
Por Misto Brasil – DF
Os Estados Unidos entraram em alerta máximo neste domingo (22) devido a preocupações com retaliações de Teerã após o bombardeio de três instalações nucleares iranianas no dia anterior.
Grandes cidades americanas, de Nova York a Los Angeles, reforçaram a segurança ao final do fim de semana, publicou o USA Today.
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Agências governamentais emitiram alertas aos cidadãos americanos, tanto no país quanto no exterior. E com o aumento das tensões no Oriente Médio, todos os olhares permaneceram voltados para o Irã e sua resposta.
O Departamento de Segurança Interna (DHS) notou nos EUA um “ambiente de ameaça intensificada”. Horas depois, o Departamento de Estado emitiu um “alerta de segurança de advertência mundial”, aconselhando cidadãos americanos no exterior a redobrarem a vigilância em meio à guerra entre Israel e o Irã.
Autoridades dos EUA elogiaram muito a operação militar conduzida em 21 de junho, dizendo que bombardeiros americanos destruíram o programa nuclear do Irã em ataques de precisão, planejados durante semanas e que envolveram 125 aviões de guerra.
Enquanto Israel aplaudia os ataques, muitos líderes mundiais pediram uma rápida redução da tensão, temendo um conflito crescente no Oriente Médio. Alguns legisladores nos EUA — incluindo progressistas importantes e conservadores radicais — questionaram a autoridade do presidente Donald Trump para lançar o ataque.
Autoridades da Segurança Interna estão alertando os americanos sobre ameaças crescentes nos Estados Unidos após os ataques ao Irã.
O Departamento de Segurança Interna emitiu um comunicado dizendo que ataques de “hacktivistas” cibernéticos de baixo escalão são prováveis, e que ataques maiores podem ocorrer se os líderes iranianos emitirem uma decisão religiosa “pedindo violência retaliatória contra alvos na Pátria”.
A agência disse que o Irã tem um compromisso de longa data de atacar autoridades do governo americano após o assassinato do general iraniano Qassem Soleimani em 2020, mas os ataques ao Irã provavelmente ampliarão esse compromisso.






















