Trump volta ao poder no momento de maior empobrecimento do maior país de classe média do mundo depois da crise da bolsa de 1929
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Nossa formação cristã nos ensina que mentir é feio, é pecado. Fingimos não ver que a mentira é o combustível inicial da atividade política, a maior atividade humana. Uma promessa nada mais é que uma mentira vestida em roupa de festa.
O problema é quando a mentira domina tudo. No primeiro mandato na Casa Branca de Donald Trump, o jornal The Washington Post contou que ele falou 30.573 mentiras ou alegações falsas, uma média de 21 mentiras por dia.
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Hoje, o famoso jornal, comandado pelo empresário com interesses no governo, deixou de fazer a contabilidade.
Trump volta ao poder no momento de maior empobrecimento do maior país de classe média do mundo depois da crise da bolsa de 1929, contando mentiras.
Ele não é só mentiroso, mas um fanfarrão que tem nitidamente problemas com o falo, como diz a psicanálise. Trump, após ataque inédito ao Irã, disse que tinha acabado com tudo por lá.
Agora, você sabe que foi mais de uma de suas mentiras. O Irã vai poder continuar fazendo seu programa nuclear, nós aqui cuidando da festa de São Pedro, que veio logo ali. Enquanto isso, o país que mudou o século XX, sendo conduzido pelo mentiroso, contou mais.






















