Benjamin Netanyahu indica Trump para o Nobel da Paz

Dionald Trump e Benjamin Netanyahu Misto Brasil
Netanyahu aparece ao lado do presidente norte-americano Donald Trump/Arquivo/Divulgação
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Na terceira visita do primeiro-ministro israelende á Casa Branca, o assunto principal foi a paz na Faixa de Gaza com um acordo com o Hamas

Por Misto Brasil – DF

Um possível acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, novas negociações com o Irã e a normalização das relações entre Israel e seus vizinhos árabes foram os principais temas do encontro entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca, nesta segunda-feira (07).

Esta foi a terceira visita de Netanyahu à Casa Branca desde o início do segundo mandato de Trump, e os dois líderes buscaram projetar alinhamento e admiração mútua – Netanyahu até mesmo anunciou que havia indicado Trump para o Prêmio Nobel da Paz e, durante o jantar em Washington, entregou ao presidente americano uma cópia da carta de indicação ao Comitê do Nobel.

“Eu não sabia disso. Nossa, muito obrigado”, respondeu Trump, visivelmente lisonjeado.

Trump há muito se considera um artífice da paz e já deixou claro o seu desejo de ganhar o Prêmio Nobel, chegando mesmo a dizer que o merecia mais do que o ex-presidente Barack Obama, agraciado em 2009.

Antes do jantar, Netanyahu teve reuniões separadas na Blair House (residência oficial para chefes de Estado estrangeiros) com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, e com o enviado especial de Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff.

Witkoff afirmou posteriormente que há uma oportunidade de “se chegar rapidamente a um acordo” nas negociações entre Israel e o grupo radical palestino Hamas em Doha.

O próprio Trump havia enfatizado, antes da chegada de Netanyahu a Washington, que via “uma boa chance de um acordo com o Hamas” ainda esta semana. “Eles querem se reunir e querem esse cessar-fogo”, declarou na Casa Branca, ao lado do premiê israelense.

Especialistas de fato esperam progressos nos próximos dias. As condições são favoráveis, afirmou o ex-diplomata americano Richard Haass, hoje diretor do think-tank Council on Foreign Relations.

“As negociações estão acontecendo agora, depois dos ataques ao Irã”, disse Haass à emissora NPR. “Esses ataques fortaleceram a posição tanto do primeiro-ministro israelense quanto do presidente americano e enfraqueceram as perspectivas do Hamas de receber nova ajuda do Irã”, informou a Agência DW.

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