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Ministério Público nega pedido de Celina Leão

Celina Leão vice-governadora diplomada DF Misto Brasília

Celina Leão é vice-governadora do Distrito Federal/Arquivo

A vice-governadora entrou com um recurso na ação de improbidade administrativa que começou com a Operação Drácon

Por Misto Brasil – DF

A 2ª Promotoria de Justiça da Saúde (Prosus), manifestou-se contrária ao recurso da vice-governadora Celina Leão (PP) na ação de improbidade administrativa movida contra ela e outros réus.

O caso se refere à Operação Drácon, que  aconteceu pela primeira vez em 23 de agosto de 2016. Na época foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão e 8 mandados de condução coercitiva.

A operação foi deflagrada após a então deputada distrital Liliane Roriz gravar e divulgar áudios de colegas parlamentares em discussões sobre a negociação de propinas.

Celina e os outros ex-parlamentares foram acusados de negociar propina para indicação de emendas parlamentares nas quais seriam beneficiados com a compra de leitos de UTI em 2015 e 2016.

Pelos mesmo motivos, a vice-governadora Celina Leão também está sendo processada em ação de improbidade.

O Ministério Público do Distrito Federal entendeu que o pedido da defesa da vice-governadora tem caráter protelatório, ou seja, adiar a sentença final e já foi negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O pedido apresentação de aparelho de celular e chip da então deputada distrital Liliane Roriz utilizado para fazer gravações ambientais, apresentadas na época como provas na ação também foi considerado pelo promotor de justiça da Prosus Clayton Germano como “desnecessário”, posto que já foram realizadas todas perícias.

Segundo o promotor de justiça, para o MPDFT, não há indícios mínimos que justifiquem o pedido. “

Isso é reforçado pelo fato de que o Instituto de Criminalística já havia emitido laudo pericial atestando e comprovando que não há quaisquer cortes, sobreposições, edições ou supressões nos áudios degravados”, conforme divulgou a assessoria do MP.

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