Índice de referência do mercado acionário brasileiro subiu 0,43%, a 144.165,7 pontos, recorde para fechamento, de acordo com dados preliminares
Por Misto Brasil – DF
O Ibovespa renovou máximas históricas, mas com uma alta relativamente modesta e volume financeiro negociado no pregão abaixo da média do ano, enquanto agentes financeiros continuam apostando na queda dos juros nos Estados Unidos nesta semana.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro subiu 0,43%, a 144.165,7 pontos, recorde para fechamento, de acordo com dados preliminares, marcando 144.584,10 pontos no melhor momento do dia, novo topo histórico intradia. Na mínima, registrou 143.546,58 pontos.
O dólar caiu nesta terça-feira (16), em meio à expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve na quarta-feira, em movimento reforçado ainda por declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
A moeda contra o real recuou 0,44% a R$ 5,2981, enquanto o DXY caía 0,70%, por voltas 17h.
A leitura de que o Fed cortará sua taxa de referência em pelo menos 25 pontos-base na quarta-feira continuou conduzindo a baixa dos rendimentos dos Treasuries. Internamente, isso se traduzia em nova queda do dólar ante o real, em meio à percepção de que juros mais baixos nos EUA e ainda elevados no Brasilreforçam a atratividade do mercado brasileiro.
Durante evento promovido pelo grupo financeiro J. Safra nesta manhã, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reafirmou que o governo pretende cumprir as metas fiscais de 2025 e 2026, acrescentando que para isso depende da “compreensão” do Congresso Nacional.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou no início da sessão que o país atingiu a menor taxa de desemprego da série histórica iniciada em 2012, de 5,6% no trimestre encerrado em julho. Economistas consultados pela Reuters previam que a taxa ficaria em 5,7% no período.



















