Quase a metade da população brasileira (45%) das classes econômicas A, B e C assinam algum tipo de serviço de streaming musical
Por Misto Brasil – DF
Oito em cada 10 (78%) dos brasileiros das classes A, B e C usam a versão gratuita ou assinam algum serviço de streaming de áudio. Na versão gratuita, o streaming musical mais utilizado é o Youtube Music: 41% afirmaram usar o serviço de músicas e vídeos sem mensalidade.
Outros 9% disseram utilizar a versão paga do streaming e 50%, não utilizam de nenhuma forma.
A forma gratuita é mais utilizada entre quem tem até o ensino fundamental completo (55%) e moradores do Nordeste (48%).
Quem integra a classe A (21%), parcela da população com a renda familiar mais alta do país, e os Millennials (18%) têm o maior percentual entre quem assina a versão paga.
O Spotify é o preferido de quem decide pagar por um streaming musical, escolha de 23% dos brasileiros dessas classes. Outros 35% disseram usar a versão gratuita do serviço. Só 42% afirmaram não utilizar a plataforma
Quase a metade da população brasileira (45%) das classes econômicas A, B e C assinam algum tipo de serviço de streaming musical. Emn consequência, diminuíram muito ou pararam completamente de escutar LPs ou CDs.
A mudança de hábito é mais percebida entre os Baby Boomers: 76% de quem nasceu entre 1946 e 1964 (61 a 79 anos) afirmaram ter diminuído muito (49%) ou parado completamente (27%) o hábito de consumir discos ou CDs.
Entre quem tem 45 e 60 anos, a Geração X, 55% afirmaram o mesmo. Entre os Millennials (29 a 44 anos) e a Geração Z (13 a 28 anos), foram 36%.
Na outra ponta, 20% dos entrevistados aumentaram ou aumentaram muito o consumo de música em discos ou CDs – 19% da Geração X, 21% dos Millennials e 26% da Geração Z disseram o mesmo.
Entre os maiores de 60 anos, apenas 2% perceberam aumento no hábito de consumo nesses formatos depois da assinatura de streamings de música.
Para uma parte significativa dos brasileiros das classes A, B e C, o streaming musical se tornou o principal, e muitas vezes o único, meio de acesso à música.
A mudança de hábito é mais forte entre os mais velhos, os Baby Boomers, que foram a primeira geração a consumir música em formatos físicos como vinil e CD.






















