Justiça decretou a falência da operadora Oi

Operadora Oi telefônica Misto Brasil
A empresa passou por um processo de ajuste financeiro e parte foi vendida/Arquivo
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A ordem foi expedida pela juíza Simone Gastesi Chevrand, da 7ª Vara Empresarial do RJ que terminou com a recuperação da empresa

Por Misto Brasil – DF

O drama da operadora Oi chegou ao seu último capítulo após quase uma década em recuperação judicial. Nesta segunda-feira (10), foi decretada a falência da companhia, encerrando de vez o projeto da outrora super tele nacional, informaram o Estadão e o InfoMoney.

A ordem foi expedida pela juíza Simone Gastesi Chevrand, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, decretando a convolação do processo de recuperação em falência.

Não há mais surpresas quanto ao estado do Grupo em recuperação judicial. A Oi é tecnicamente falida”, descreveu.

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No despacho, a magistrada apontou ainda para a liquidação ordenada dos ativos da Oi, visando maximizar o valor para pagamento do saldo remanescente junto aos credores.

“Cessada a sanha de liquidação desenfreada, além da garantia da ininterrupção dos serviços de conectividade, é possível se proceder à sua liquidação ordenada, na busca da maximização de ativos em prol de todos aqueles atingidos pelo resultado deste processo”.

A juíza determinou a continuação provisória das atividades da Oi até que os serviços sejam assumidos por outras empresas.

Por enquanto, a operação da Oi ficará com um dos administradores judiciais do processo, o escritório Preserva-Ação, que já havia sido nomeado interventor após o afastamento da diretoria e do conselho da empresa.

A Justiça também dispensou a continuidade dos serviços prestados pelos outros dois administradores (escritórios Wald e K2).

A decisão pela falência da Oi foi tomada após a empresa e o seu interventor apontarem uma situação de insolvência dos negócios, na sexta-feira, 7. As partes citaram a impossibilidade de a companhia arcar com o pagamento das dívidas, nem adotar medidas para dar um ânimo ao caixa.

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