Para o presidente da ABPM, Francisco Schio, o momento é de consolidação da qualidade aliada à retomada produtiva
Por Misto Brasil – DF
A Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM) prevê que a safra da fruta será de 1,05 milhão a 1,15 milhão de toneladas, retomando patamares próximos à média histórica do setor após dois anos de volumes mais baixos.
Para o presidente da ABPM, Francisco Schio, o momento é de consolidação da qualidade aliada à retomada produtiva.
“Esta safra sinaliza a volta a volumes mais próximos da normalidade, com um diferencial importante de qualidade. Temos maçãs com excelente padrão visual, sabor equilibrado, além de alto nível de tecnificação no campo, o que fortalece a competitividade do Brasil”.
O diretor executivo da ABPM, Moisés Lopes de Albuquerque, comentou que o setor segue forte, “organizado e comprometido com a qualidade, a sustentabilidade e o desenvolvimento do Brasil. A maçã brasileira é fruto de trabalho, ciência e coragem”.
O presidente executivo da RAR Agro & Indústria, Sergio Martins Barbosa, reiterou o cenário favorável da safra, após períodos marcados por adversidades climáticas.
“As condições foram mais próximas da normalidade produtiva, o que se reflete em frutas de excelente qualidade, bom sabor e alto potencial de conservação, fortalecendo a competitividade da maçã brasileira”.
Durante a abertura oficial, também foi destaque o aumento das exportações brasileiras de maçã. A projeção para a safra 2025/2026 é de 60 mil toneladas exportadas.
Tem participação expressiva o Rio Grande do Sul, responsável por cerca de 40 mil toneladas, e Santa Catarina, com 20 mil toneladas de maçã.
Os embarques atendem mercados como Índia, Portugal, Irlanda, Emirados Árabes Unidos, Rússia, Reino Unido, Bangladesh, Países Baixos e Arábia Saudita.














