Colômbia definiu o novo Congresso e as primárias presidenciais

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Eleições legislativas com as primárias para a presidência foram realizadas na colômbia/El Tiempo
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As pesquisas apontam que Paloma Valencia, do partido Uribe, e a centrista Claudia López, tem mais chances de vencer as primárias

Por Misto Brasil – DF

A Colômbia elegeu um novo Congresso neste domingo e definiu os candidatos que disputarão o primeiro turno da eleição presidencial, que será realizada em 31 de maio.

Às 16 horas em ponto, as urnas fecharam e a apuração dos votos teve início. O Registrador Nacional, Hernán Penagos, afirmou após o encerramento das urnas que o dia de votação havia sido “pacífico e tranquilo”, divulgou o El País. 

Ele expressou preocupação com o “número alarmante” de tentativas de ataques cibernéticos ao site do Registrador.

“Tivemos momentos com 100 milhões de IPs conectados, com picos de 300 milhões. E 30 tentativas de falsificação de nossas páginas”, anotou o El Tiempo.

De acordo com as pesquisas mais recentes, as candidatas com maior probabilidade de vencer as primárias são Paloma Valencia, do partido Uribe, e a centrista Claudia López.

O cenário é mais incerto à esquerda, onde o ex-senador Roy Barreras e o ex-prefeito de Medellín, Daniel Quintero, disputam as primárias.

Paloma Valencia lidera a votação na Grande Consulta com 58,09%. Ela é seguida por Juan Daniel Oviedo com 9,74% e Juan Manuel Galán com 4,38%.

Mais de 3.200 candidatos aguardam os resultados para saber se conquistarão cadeiras no Senado e na Câmara dos Representantes para o mandato de 2026-2030.

Cento e duas cadeiras no Senado serão eleitas por voto popular, enquanto 183 cadeiras na Câmara serão preenchidas pelo mesmo método.

Além do Congresso, os colombianos também estão definindo o mapa eleitoral para a eleição presidencial.

Candidatos de esquerda, centro e centro-direita competiram para determinar os favoritos que enfrentarão os que avançarão diretamente para o primeiro turno, incluindo Iván Cepeda, do partido Petro, e Abelardo de la Espriella, da extrema-direita.

As eleições mobilizaram 41.287.084 eleitores, distribuídos em 102.152 mesas em todo o território nacional.

 

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