Investidores avaliaram a notícia de que o governo brasileiro iniciou o processo de análise de possíveis medidas de reciprocidade aos EUA.
Por Misto Brasil – DF
Nesta sexta-feira (14), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com queda de 0,10%, aos 166.934,20 pontos. Na semana, o IBOV recuou 3,27%.
O dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,2199, em alta de 0,52%. Na semana, a divisa acumulou alta de 2,68%.
Os investidores avaliaram a notícia de que o governo brasileiro iniciou o processo de análise de possíveis medidas de reciprocidade em resposta às tarifas impostas pelos Estados Unidos, de acordo com um comunicado da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) de quinta-feira (13).
O ouro fechou em alta nesta sexta-feira (14) e encerrou a semana com valorização, no maior nível desde junho. Na Comex, divisão de metais da Nymex, em Nova York, o contrato para dezembro avançou 0,38%, a US$ 4.437,30 por onça-troy. Na semana, a alta acumulada foi de 0,85%.
O movimento foi associado às perspectivas de uma política monetária menos restritiva do Federal Reserve (Fed). Leituras recentes dos índices de inflação ao consumidor e ao produtor nos Estados Unidos, consideradas mais brandas e abaixo das expectativas, reforçaram essa percepção.
A queda do dólar e dos juros dos Treasuries também favoreceu a commodity. Com juros menores, tende a cair o custo de oportunidade de manter recursos aplicados em ouro, o que aumenta a atratividade do metal.
Os preços do petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira (14), ampliando os ganhos acumulados ao longo da semana em meio ao aumento das preocupações com os riscos geopolíticos e o fluxo de petróleo na região do Oriente Médio.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para setembro avançou 1,42%, ou US$ 1,15, e encerrou a sessão a US$ 82,40 por barril. Na semana, o contrato acumulou valorização de 5,4%.
Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para outubro subiu 1,67%, equivalente a US$ 1,45, fechando a US$ 88,52 por barril. O contrato acumulou alta de 5,95% na semana.
A Stoke Space Technologies, start-up do setor aeroespacial, busca levantar US$ 1 bilhão para acelerar o desenvolvimento e a produção de um foguete totalmente reutilizável. A captação, divulgada pela Bloomberg, coloca a empresa como potencial concorrente da SpaceX, de Elon Musk, e pode aumentar a pressão competitiva no mercado de lançamentos.
Atualmente, a SpaceX detém quase um monopólio nos lançamentos comerciais de satélites em todo o mundo, com mais de 90% de participação nesse mercado. (Com o Times Brasil e MoneyTimes)




















