Aviões que deveria ter decolado permanecem na pista. Não foi informado o motivo dessa falha técnica e as providências
Por Misto Brasil – DF
Uma falha elétrica que aconteceu há pouco, afeta as operações nos aeroportos de Guarulhos e Congonhas, em São Paulo. Última atualização às 11h44.
Veja as notas da Força Aérea Brasileira e do Ministério de Portos e Aeroportos logo abaixo
Os dois terminais são os maiores do Brasil e os prejuízos nos voos deverá provocar um efeito dominó nos demais aeroportos.
Há pouco, às 10h20, o espaço aério acabou de ser liberado, conforme a CNN Brasil. As decolagens foram liberadas e por enquanto os pousos ainda aguardam.
Ainda não foi informado o motivo dessa falha elétrica e tão pouco as providências que estão sendo tomadas.
A falh elétrica afeta o sistema de controle e tem abrangência em todo o estado de São Paulo. Ainda não há um balanço do impacto sobre operações suspensas e deslocamento de passageiros ou o número de pessoas que foram afetadas.,
Segundo informações recebidas pela Afac Aviação, o prédio do Controle São Paulo (APP) , precisou ser evacuado devido a um princípio de incêndio.

A nota da Força Aérea Brasileira
Nota do Ministério de Portos e Aeroportos
O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) informa que, na manhã desta quinta-feira (9), foi identificado um problema técnico no Controle de Aproximação (APP, do inglês Approach Control) na região de São Paulo.
Em razão da ocorrência, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), órgão responsável pelo gerenciamento do tráfego aéreo, suspendeu, por aproximadamente 35 minutos, as autorizações de decolagem na área de controle terminal de São Paulo (TMA-SP), que abrange os aeroportos de Congonhas e Guarulhos.
As operações foram normalizadas às 10h06 nos dois aeroportos.
A Agência Nacional de Aviação Civil e o Ministério de Portos e Aeroportos, com o apoio das concessionárias de Guarulhos (GRU Airport) e de Congonhas (AENA), estão trabalhando conjuntamente para identificar os possíveis impactos na malha aérea por conta da intercorrência e mantém articulação com o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) para garantir a plena regularidade das operações.



















