Correios e BNDES: dois exemplos distintos

BNDES fachada Misto Brasil
O banco é uma instituição financeira de fomento do crescimento/Arquivo/Divulgação
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Dois exemplos de gestões públicas no governo federal. A estatal Correios anda mal das pernas. O BNDES tem lucro

Por Genésio Araújo Júnior – DF

O governo Lula 3 vai ficar marcado por um grande fracasso e um grande sucesso quando se trata de estatais.

Ontem (23) o jovem gestor Emanuel Rondon, presidente dos Correios, que assumiu a empresa em setembro de 2025, após o descalabro da gestão do advogado Fabiano Silva dos Santos, anunciou que em 2025 a empresa teve um prejuízo recorde histórico de R$ 8,5 bilhões.

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Há quem arrisque dizer que se Fabiano Silva, do grupo Prerrogativas, tivesse ficado, o buraco seria maior.

O BNDES, que chegou a ser motivo de vergonha, apresentou em 2025 seu maior lucro da história, R$ 13,2 bilhões.

O resultado foi 86% maior que no período de 2019 a 2021. O BNDES é um dos bancos de desenvolvimento do mundo que é melhor apresenta resultados.

Aluísio Mercadante, seu presidente, conhecido por ser um chato, pode bater no peito e falar de sucessos.

Por qual razão um caso foi tão fracassado e um outro caso foi tão exitoso? Razões de sobra se tem para dar, mas ficou evidente que a gestão foi fundamental antes de tudo.

Governar é fazer opções em nome do interesse público.

Empresas de entrega de correios no mundo inteiro estão em crise. Bancos de desenvolvimento vivem bons momentos no mundo. Lula da Silva, que se vire com seus fracassos e sucessos.

 

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