Agro leva para o céu, mas só paga a passagem

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Vista parcial da cidade de Jequié onde há uma concentração de terras raras/Arquivo/Prefeitura
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O Brasil precisa dar apoio para a agroindústria, mas também olhar para o futuro com os minerais críticos e terras raras

Por Genésio Araújo Júnior – DF

Começou nesta segunda-feira (27) a Agri Show, em Ribeirão Preto, São Paulo, a maior feira do agronegócio da América Latina. Os presidenciáveis devem ir por lá. Lula da Silva não irá, mas sim Geraldo Alckmin, respeitado por essa turma.

Não tenha dúvidas, todos os governos têm dado condições ao agro, seja de direita ou esquerda, para ele ser essa pérola nacional fundamental para nosso PIB.

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Nos planos safra de Bolsonaro, teve aumento de 36% de um bienio para o outro. No governo Lula da Silva, saltou para mais de R$ 400 bilhões.

O agro não vai nos levar para o céu, só paga a passagem. Não caia na conversa de que o agro é tudo.

A convenção de Taubaté, ainda na República Velha, foi montada em 1906 para o café financiar a nossa indústria, que nos fez crescer igual os Estados Unidos até a crise da bolsa de 1929.

Ser moderno é pensar além do agro, como fez JK, o Juscelino Kubitschek.

O agro vai nos dar garantias no mundo sem comida. Mas o que vai nos levar ao primeiro mundo são as fazendas de terras raras e minerais críticos, com sua economia do elétron, dos semicondutores e da IA.

Viva o agro, esse passaporte de segurança. 

 

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