Ibovespa cede 2,11% pela sexta sessão consecutiva

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Bolsa brasileira tem apresentado números positivos apesar da desconfiança/Arquivo/CriptoID
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O dólar à vista encerrou em alta, em dia marcado por decisões de política monetária nos EUA e no Brasil e apesar do petróleo

Por Misto Brasil – DF

O Ibovespa cede 2,11% aos 184.562 pontos pela sexta sessão consecutiva, com investidores apreensivos antes da decisão de juros do Copom, prevista para depois do fechamento do mercado.

“A bolsa segue os termômetros econômicos do dia. Hoje é a super-quarta, onde as taxas de juros do Brasil e EUA são anunciadas pelos Bancos Centrais”, afirma Douglas Tuíra, especialista em investimentos e sócio do Grupo Nexco.

A perspectiva é que a taxa Selic tenha a redução em 0,25 pontos porcentuais, podendo fechar o dia em 14,5%. Com o afrouxamento, a perspectiva é que o ambiente de risco fique mais favorável, à medida que o rendimento da renda fixa diminui.

“Outro ponto, são os investidores que se mantêm atentos à situação do Oriente Médio, com o barril do Petróleo sendo cotado acima dos US$115, com o rumo da Guerra sem definição”, completa Tuíra.

dólar à vista encerrou em alta, em dia marcado por decisões de política monetária nos EUA e no Brasil e apesar da forte valorização do petróleo no mercado internacional.

Nesta quarta-feira (29), o dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,0018, com avanço de 0,39%.

O mercado de câmbio concentrou as atenções nas decisões de política monetária.

A decisão do Federal Reserve de manter os juros terminais dos EUA entre 3,5% e 3,75% veio dentro do esperado, mas expôs um racha incomum dentro da autoridade monetária em um momento já tensionado por inflação persistente e incertezas globais.

Na análise do banco BV, a decisão em si não trouxe surpresa, mas o que chamou atenção foi o dissenso, o fato de quatro diretores não terem concordado com a decisão final.

Um deles, o Miran, indicado pelo Trump, chegou a sugerir um corte de 25 pontos-base, enquanto o Fed optou por manter a taxa. Além disso, outros três diretores se posicionaram contra o viés de baixa indicado pelo Fed.

Ou seja, mesmo com o cenário atual, conflito no Oriente Médio e pressões sobre o preço do petróleo, o comitê ainda sinaliza um viés de cortes de juros, como sugerido pela maioria. (Com a CNBC e MoneyTimes)

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