Inadimplência de aluguel no Distrito Federal teve queda

Imóvel funcional DF
O valor do aluguel tem apresentado variações ao longo do ano/Arquivo
Compartilhe:

A taxa ficou ainda abaixo da média nacional, que foi de 3,21%, e está entre as mais baixas do país. Veja os dados de outras regiões

Por Misto Brasília – DF

A inadimplência de aluguel no Distrito Federal teve queda em março, com taxa de 1,91% – menor inadimplência registrada desde o início do monitoramento, em 2023 –, após 2,67% em fevereiro. No comparativo com o mesmo período de 2025 (2,81%), houve queda de 0,90 ponto percentual.

A taxa ficou ainda abaixo da média nacional, que foi de 3,21%, e está entre as mais baixas do país. Os dados são do Índice de Inadimplência Locatícia (IIL) da Superlógica.

A região Centro-Oeste marca o terceiro lugar com 3,17%, um recuo de 0,54 ponto percentual, após os 3,71% do mês anterior.

Em março, a região Nordeste se manteve no topo do ranking de inadimplência, com uma taxa de 4,77%, alta de 0,10 ponto percentual em relação a fevereiro (4,67%).

O Norte, ficou em segundo lugar, com 4,29%, redução de 0,32 ponto percentual, ante os 4,61% de fevereiro.

Sudeste aparece em seguida, com taxa de 3,14% – queda de 0,14 ponto percentual em relação a fevereiro –, e o Sul com 2,77%, mantendo a menor taxa do país, com baixa de 0,10 ponto percentual entre fevereiro e março.

Na região Centro-Oeste, os imóveis comerciais lideram a inadimplência de aluguel, com 4,73% em março, um aumento de 0,16 ponto percentual em relação a fevereiro (4,57%).

A inadimplência em imóveis residenciais com aluguel de até R$ 1.000 teve uma queda de 0,21 ponto percentual, de 6,19%, em fevereiro, para 5,98%, em março.

Pelo terceiro mês consecutivo, a inadimplência nos imóveis populares superou a do segmento de alta renda, apesar do recuo geral.

Os imóveis com aluguel acima de R$ 13.000, que lideraram os atrasos em 2025, agora ocupam o segundo lugar: a taxa caiu para 5,83% em março, ante os 6,01% registrados em fevereiro.

Do outro lado, as faixas entre R$ 2.000 e R$ 5.000 mantiveram os menores índices do mercado, com taxas em torno de 1,9%.

Nos imóveis comerciais, a faixa até R$ 1.000 continua com a maior taxa, de 7,41%, mesmo com uma baixa de 0,57 ponto percentual na comparação com o mês anterior (7,98%).

A segunda maior taxa de inadimplência foi em imóveis acima de R$ 13.000, com 5,19%. A menor foi na faixa de R$ 2.000 a R$ 3.000, de 3,81%.

Assuntos Relacionados

Siga o Misto Brasil

Acompanhe em todas as redes

Conteúdos, vídeos e destaques. Escolha sua rede favorita.

Dica: ative notificações na sua rede preferida.

Brasília e Entorno do DF

Oportunidades

100% GRATUITO
Newsletter
Receba os destaques da semana
Resumo curto, conteúdo útil e direto.
📰 Resumo
Leitura rápida
🔒 Sem spam

Você pode cancelar quando quiser.