Galípolo no Senado deve ser o primeiro embate da semana

Davi Alcolumbre e Lula da Silva Misto Brasil
Lula da Silva abraça o presidente do Senado e do Congresso Davi Alcolumbre/Arquivo
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Em ano pré-eleitoral, cada derrota legislativa deixa de ser apenas uma divergência política e passa a carregar cheiro de fragilidade

Por Misto Brasil – DF

A semana começou em Brasília sob temperatura máxima na política. Governo, Congresso e mercado financeiro entram em rota de colisão em uma sequência de pautas explosivas que podem ampliar ainda mais o desgaste entre Palácio do Planalto e Parlamento.

Em ano pré-eleitoral, cada derrota legislativa deixa de ser apenas uma divergência política e passa a carregar cheiro de fragilidade institucional e disputa de poder, escreveu Edgar Lisboa, do Repórter Brasília.

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O governo de Lula da Silva, segundo a nota do jornalista, tenta reorganizar sua base em meio a uma relação cada vez mais fria com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

A fotografia da semana passada, durante a posse do ministro Nunes Marques no TSE, foi simbólica: Lula da Silva e Alcolumbre lado a lado, sem troca de palavras, em um silêncio que falou mais do que qualquer discurso político.

Nos bastidores, a expectativa é de um novo encontro entre os dois nesta semana. O clima, porém, segue contaminado pela rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal. Lula já avisou aliados que poderá reenviar a indicação ao Senado.

O primeiro grande embate deve ocorrer nesta terça-feira (19), quando o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, comparece à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado para falar sobre o caso Master. A audiência promete tensão máxima.

Depois do adiamento provocado pelo mal-estar de Galípolo na semana passada, senadores querem respostas duras sobre a atuação envolvendo o Banco Master e também sobre a PEC que amplia a autonomia do Banco Central. O debate deixou de ser apenas técnico.

Virou disputa política, institucional e econômica. Em Brasília, autonomia virou palavra bonita para uma guerra silenciosa entre governo, mercado e Congresso.

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