Como alternativa aos gargalos de estocagem, operadores logísticos e indústrias, o mercado adota estruturas modulares temporárias
Por Misto Brasil – DF
O setor portuário brasileiro movimentou 1,4 bilhão de toneladas em 2025, um aumento de 6,1% em comparação com o ano anterior, segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
Para 2026, as projeções indicam novos aportes financeiros superiores a R$ 47 bilhões via Novo PAC, que englobam 21 projetos, incluindo a ampliação da capacidade do terminal de contêineres de Santos para 9 milhões de TEUs anuais.
Este avanço gera a necessidade de expansão física nas áreas retroportuárias e nos corredores de escoamento.
Como alternativa aos gargalos de estocagem enfrentados por transportadoras, operadores logísticos e indústrias, o mercado adota estruturas modulares temporárias.
Montados diretamente no espaço operacional do cliente, esses galpões flexíveis dispensam obras definitivas e registram tempo de instalação inferior a 30 dias.
A empresa Tópico, com sede em Embu das Artes (SP) e unidades no Pará e em Minas Gerais, direciona atualmente 30% de suas coberturas flexíveis para as zonas portuárias.
A companhia mantém um volume de estocagem própria entre 150 mil e 200 mil metros quadrados de lona e zinco para pronta entrega, atendendo às demandas dos setores de agronegócio, logística e indústria.
















