Críticos afirmam que o real objetivo é repor as tarifas que Trump havia imposto no ano anterior e que foram derrubadas pela Suprema Corte
Por Misto Brasil – DF
Os tarifaços do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltaram a parar na Justiça.
Duas ações movidas por pequenas empresas contestam as novas tarifas anunciadas na quinta-feira (23), que impõem sobretaxas de dois dígitos a 60 parceiros comerciais dos Estados Unidos, incluindo o Brasil.
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Procurada, a Casa Branca não respondeu imediatamente a pedido de comentário, segundo agências internacionais, conforme noticiou o canal CNBC.
As tarifas foram implementadas com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, sob a justificativa de que os países listados falharam em impedir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado. A medida abrange 99% das importações americanas.
Críticos afirmam que o real objetivo é repor as tarifas globais que Trump havia imposto no ano anterior e que foram derrubadas pela Suprema Corte em fevereiro.
As novas sobretaxas entraram em vigor no mesmo momento em que expiraram as tarifas temporárias de 10% aplicadas globalmente, que também haviam sido contestadas judicialmente.
A Learning Resources, empresa de brinquedos educativos que já havia vencido a ação anterior na Suprema Corte, entrou com novo processo na sexta-feira (24) no Tribunal de Comércio Internacional dos Estados Unidos, ao lado de outras pequenas empresas.
Uma segunda ação foi apresentada pela Burlap and Barrel, de especiarias, e pela Collective Horology, varejista de relógios, ambas representadas pelo Liberty Justice Center, grupo de defesa jurídica de orientação libertária.


















