Aproveitaram a celebração da Independência para demarcar posições estratégicas. Veja o que disseram os principais candidatos.
Por Misto Brasil – DF
O feriado de 7 de Setembro tomou conta da agenda política e serviu de palco para as manifestações dos principais candidatos à Presidência da República nas Eleições de 2026.
Em atos públicos, transmissões ao vivo e pronunciamentos oficiais, os presidenciáveis aproveitaram a celebração da Independência para demarcar posições estratégicas sobre soberania, economia e o papel das instituições no país.
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A data simbólica reforçou a corrida eleitoral e evidenciou os discursos adotados por cada liderança no pleito nacional.
Lula da Silva (PT)
Em pronunciamento oficial transmitido em rede nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou a soberania e a autonomia comercial do Brasil, declarando que o país “não será colônia de ninguém”.
Lula respondeu a recentes pressões e tarifas internacionais afirmando que nenhuma nação estrangeira tem o direito de ditar as relações comerciais brasileiras. O candidato defendeu a proteção das riquezas naturais e a democracia, associando a verdadeira independência do país ao acesso da população a direitos fundamentais, como saúde, educação e combate à pobreza.
Flávio Bolsonaro (PL)
O candidato Flávio Bolsonaro utilizou transmissões ao vivo e atos de mobilização para dialogar com seus apoiadores no feriado nacional. Em suas falas, focou em críticas contundentes à condução da diplomacia e da política econômica do governo atual.
Flávio ressaltou a importância de uma relação estratégica com grandes potências globais, como os Estados Unidos, sustentando que o Brasil precisa de uma gestão que garanta segurança jurídica e atração de investimentos sem gerar atritos desnecessários no cenário internacional.
Renan Santos (Missão) Participando de mobilizações de rua no Nordeste do país, Renan Santos direcionou suas declarações à segurança pública e à renovação política.
O candidato discursou usando colete à prova de balas devido a ameaças de facções criminosas e defendeu o combate rigoroso ao crime organizado como premissa para a verdadeira liberdade do cidadão brasileiro.
Renan destacou que a independência do Brasil só será plena quando a população puder circular livremente sem o domínio do crime e da corrupção nas cidades.
Augusto Cury (Avante) Durante evento no Rio de Janeiro, o candidato Augusto Cury pautou seu discurso no 7 de Setembro na defesa das instituições e na cobrança por transparência do Judiciário e do Supremo Tribunal Federal.
O escritor e presidenciável destacou que a independência do país exige um sistema de justiça imparcial no qual ninguém receba tratamento privilegiado.
Cury defendeu a pacificação nacional, argumentando que o desenvolvimento do Brasil depende do equilíbrio entre os Poderes e do fortalecimento do bem-estar emocional e social da população.
Romeu Zema (Novo) O candidato Romeu Zema direcionou suas manifestações públicas e publicações digitais a críticas sobre a eficiência da máquina pública e o papel dos ministros do STF.
Zema afirmou que a soberania e a independência do país passam, obrigatoriamente, pelo rigor fiscal, corte de privilégios e criação de um ambiente favorável ao empreendedorismo.
Para o presidenciável, o cidadão brasileiro só alcançará a verdadeira autonomia quando o Estado deixar de ser um obstáculo burocrático e caro para quem produz no país.
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