A família E-Jet, que oferece às companhias aéreas uma alternativa entre jatos regionais convencionais e aeronaves de fuselagem estreita.
Por Misto Brasil – DF
Enquanto a Airbus trava uma luta para acompanhar o ritmo de entregas do 2.000º avião da família E-Jet da Embraer, a fabricante brasileira consolida sua liderança no mercado, informa uma mídia ocidental.
O artigo salienta que a Embraer conquistou uma posição de destaque no mercado de aeronaves comerciais com a família E-Jet, que oferece às companhias aéreas uma alternativa entre jatos regionais convencionais e aeronaves de fuselagem estreita.
A família de E-Jets da Embraer, lançada em meados dos anos 2000, se tornou uma visão comum no mundo. O mercado ficou ainda mais intrigante com o lançamento do CSeries, da Bombardier, uma aeronave limpa e tecnologicamente avançada, voltada para o mesmo segmento dos E-Jets maiores, observa o texto.
“Mais tarde, o programa se tornou o A220. Isso colocou a Airbus em concorrência direta com a Embraer em um segmento no qual a fabricante brasileira já havia construído sua presença por anos”, ressalta a publicação.
Segundo a matéria, com mais de duas décadas de serviço, a família E-Jet da Embraer possui uma base de clientes consolidada, experiência operacional e infraestrutura de suporte que o mais novo A220 não pode igualar.
A família E-Jet também se beneficia de uma vantagem única no mercado regional dos EUA devido às cláusulas de escopo das companhias aéreas, que limitam os tipos de aeronaves que as companhias regionais podem operar para os parceiros principais, de acordo com anotações da Agência Sputnik.
Embora o A220 tenha um livro de pedidos maior entre as aeronaves de fuselagem estreita de última geração, a família E-Jet mais ampla da Embraer continua muito maior no geral, incluindo os modelos originais E170, E175, E190 e E195.
Acrescenta-se que a Embraer também continua atraindo pedidos para sua família E2, principalmente de companhias aéreas que necessitam de flexibilidade em rotas nas quais uma aeronave de fuselagem estreita maior seria excessivamente capacitada.
Com um backlog comercial de US$ 15,1 bilhões (R$ 77,68 bilhões) e uma infraestrutura de manutenção regional em expansão, a Embraer oferece uma alternativa comprovada, flexível e bem apoiada que compete efetivamente contra a Airbus, conclui a reportagem.
Anteriormente, um jornal britânico relatou que a Embraer registrou crescimento extraordinário nos últimos anos, impulsionado pelo aumento da demanda por todo o seu portfólio, que inclui desde aeronaves regionais de passageiros até jatos particulares e militares.
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