O Banco de Brasília nega irregularidades e afirma seguir a Lei das Estatais e rígida governança, mas ainda não divulgou o balanço.
Por Misto Brasil – DF
Uma operação da Polícia Federal acendeu novo alerta sobre a gestão do Banco de Brasília (BRB) ao apurar indícios de gestão temerária e irregularidades em operações financeiras da instituição.
A investigação ganha corpo no mesmo momento em que o tribunal local cobra transparência sobre acordos comerciais da estatal, pressionando a diretoria do banco público a prestar contas sobre decisões administrativas recentes.
Leia – Justiça cobra do BRB dados sobre contrato com a Genial
Na esfera judicial, a 8ª Vara da Fazenda Pública do DF deu prazo de 15 dias para o BRB entregar a documentação completa da contratação direta da Genial Investimentos.
A corretora havia sido escalada para assessorar a venda de 49% da BRB Financeira — negócio posteriormente cancelado, mas cujos contratos contratuais e repasses seguem sob rigorosa auditoria para apurar eventuais prejuízos aos cofres públicos.
Entre os principais desdobramentos que cercam o BRB, destacam-se:
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Investigação da PF: Apuração sobre condutas temerárias e inconsistências em operações do banco;
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Cobrança judicial: Prazo de 15 dias para envio de atas e relatórios da contratação da Genial;
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Venda cancelada: Desistência da alienação de 49% da BRB Financeira não extinguiu a apuração do contrato;
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Histórico do Banco Central: Alerta anterior do BC apontando tentativa de elevação artificial de patrimônio;
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Posicionamento oficial: BRB nega irregularidades e afirma seguir a Lei das Estatais e rígida governança.
Enquanto a Polícia Federal aprofunda o rastreio de responsabilidades sobre a condução dos negócios, a administração do BRB tenta demonstrar conformidade legal.
As investigações conjuntas colocam a governança corporativa da instituição pública sob o mais intenso escrutínio dos últimos anos.
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