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PF e Justiça miram conduta temerária e contratos no BRB

BRB Paulo Henrique Costa Misto Brasil

Paulo Henrique foi o presidente do Banco de Brasília que está sendo investigado/Arquivo/Divulgação

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O Banco de Brasília nega irregularidades e afirma seguir a Lei das Estatais e rígida governança, mas ainda não divulgou o balanço.

Por Misto Brasil – DF

Uma operação da Polícia Federal acendeu novo alerta sobre a gestão do Banco de Brasília (BRB) ao apurar indícios de gestão temerária e irregularidades em operações financeiras da instituição.

A investigação ganha corpo no mesmo momento em que o tribunal local cobra transparência sobre acordos comerciais da estatal, pressionando a diretoria do banco público a prestar contas sobre decisões administrativas recentes.

Leia – Justiça cobra do BRB dados sobre contrato com a Genial

Na esfera judicial, a 8ª Vara da Fazenda Pública do DF deu prazo de 15 dias para o BRB entregar a documentação completa da contratação direta da Genial Investimentos.

A corretora havia sido escalada para assessorar a venda de 49% da BRB Financeira — negócio posteriormente cancelado, mas cujos contratos contratuais e repasses seguem sob rigorosa auditoria para apurar eventuais prejuízos aos cofres públicos.

Entre os principais desdobramentos que cercam o BRB, destacam-se:

Enquanto a Polícia Federal aprofunda o rastreio de responsabilidades sobre a condução dos negócios, a administração do BRB tenta demonstrar conformidade legal.

As investigações conjuntas colocam a governança corporativa da instituição pública sob o mais intenso escrutínio dos últimos anos.

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